quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Senado aprova em 1º turno exigência de diploma para jornalista

Laryssa Borges

Direto de Brasília

Por 65 votos a sete, o plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de Jornalismo como condição para o exercício da profissão. Em junho de 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a exigência formal do certificado de conclusão do curso superior e do registro profissional no Ministério do Trabalho para os jornalistas fere a liberdade de imprensa e contraria o direito à livre manifestação de pensamento. A PEC precisará ser votada em segundo turno também no plenário da Casa.

"(A exigência de diploma) É questão de justiça para que um indivíduo que sabe fazer um bilhete não saia por aí dizendo que é jornalista", disse o Magno Malta (PR-ES). "Num país em que nossos jovens precisam ser estimulados à universidade, é preciso dar a eles um status especial, e muitos jovens que têm seu diploma sentem que seu mercado de trabalho é invadido", afirmou o Marcelo Crivella (PRB-RJ).

Em sentido contrário, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) argumentou que a profissão de jornalista não comporta "nenhum tipo de restrição", incluindo a própria exigência de diploma. "A atividade de jornalista é intimamente ligada à liberdade de expressão. Tem caráter autoral. Não cabe nenhum tipo de restrição (como o diploma). Para a garantia da veracidade e da cultura não é preciso diploma", afirmou.

"Pouquíssimos cursos exigem uma aptidão tal que só possa ser adquirida em um banco de horas. O Supremo decidiu que, em relação a profissões, o que tem que ser preservado é o direito fundamental de se exercer livremente, de fazer manifestação", afirmou Demóstenes Torres (DEM-GO), também contrário à exigência de diploma e registro para a profissão de jornalista.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5496953-EI7896,00-Senado+aprova+em+turno+exigencia+de+diploma+para+jornalista.html

sábado, 26 de novembro de 2011

Epidemia de Aids pode acabar


Notícia boa, as Nações Unidas por meio do Programa Conjunto sobre HIV/Aids (Unaids), divulgou esta semana um relatório sobre a estabilização da Aids em todo o mundo. Conforme relatado 34 milhões de pessoas eram portadoras do vírus HIV em 2010, mas graças   aos coqueteis de medicamentos administrados aos doentes foram evitadas mais de 700 mil mortes. Sem contar que o tratamento prolongou e melhorou a qualidade de vida dos soropositivos, assim estimulando a esperança de erradicar esta pandemia.
No estudo a Unaids apontou que o modelo adotado no Brasil para prevenção do HIV é um dos melhores do mundo. Sobretudo à assitência as populações mais vulneráveis. O nosso SistemaÚnico de Saúde (SUS) mesmo sendo falho em diversas áreas no combate a Aids oferece tratamento antirretrovial a cerca de 97% dos brasileiros diagnosticados soropositivos para Aids.
O documento divulgado analisou dados sobre mortalidade e aporte de recursos para conter o avanço da Aids no mundo e também aponta que o Brasil vem investindo de forma significativa e adequada em mecanismos de prevenção e tratamento do HIV.
Com tudo isso a cada ano o número de ôbitos em decorrência da doença reduz, em 2010 foram registradas 1,8 milhões, contra 2,2 milhões no inicio de 2000.
Outro ponto positivo divulgado pela Unaids no caso brasileiro é o diagnóstico precoce, uma ferramenta importante para então a partir da descoberta da doença iniciar o tratamento o mais adequado imediatamente.
Claro que a prevenção também faz reduzir o número de casos por contaminação por Aids. Publicidade divulgando a importância a proteção e alto investimento na área de saúde fazem parte deste bom resultado. Ai esta o exemplo, se neste segmente o Brasil é elogiado precisamos cobrar do Governo melhoria no restante da saúde pública. Quem sabe um dia teremos orgolho de nosso SUS. E não medo de necessitar de usar o Sistema na atualidade. Dependendo do caso passar por um hospital credenciado ao SUS pode ser só um passo para chegar a cemitério.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Desigualdade


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados que dão a dimensão da distribuição irregular de renda no Brasil ao divulgar novos números referente ao Censo 2010. De acordo com a pesquisa, os 10% que recebem os maiores salários do Brasil ganham mais de 44% do total dos rendimentos. Já os 10% com os menores rendimentos recebem menos de  2%.
O estudo também mostrou a diferença entre os rendimentos dos homens e das mulheres que foi expressiva em todas as regiões. O rendimento médio mensal das mulheres representou cerca de 70% se comparado ao recebido pelos homens. Conforme o IBGE, o percentual variou de 70,3%, na região Sul, a 75,5%, na Norte.
Ainda de acordo com o Censo 2010, as maiores desigualdades entre os rendimentos médios e as raças estão nos municípios com mais de 500.000 habitantes. A diferença de rendimentos entre brancos e pretos são maiores na capital mais negra do país, Salvador (3,2), em Recife (3,0) e em Belo Horizonte (2,9). Entre brancos e pardos, São Paulo (2,7) aparece no topo da lista, seguida por Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre, onde brancos têm um rendimento 2,3 vezes maior do que pardos.
Outro dado divulgado pelo Instituto foi o rendimento médio mensal dos domicílios particulares brasileiros, sendo que mm 2010, o valor chegou em R$ 2.222,00. O valor alcançou R$ 2.407,00 na área urbana e ficou em R$ 1.051,00, na área rural. Se compararmos com a região Extremo Oeste podemos verificar que a realidade é outra, onde trabalhadores urbanos recebem uma média de R$ 700,00 e na área rural até menos.
O estado de Santa Catarina ficou em terceiro lugar neste estudo quanto ao rendimento médio por domicilio com aproximadamente R$ 2.600,00. Até parece bastante, mas quando começamos apagar os impostos sobra pouca coisa. E neste extremo de desigualdade salarial onde poucos ganham muito e muitos ganham pouco ou quase nada fica evidente do por que das altas taxas de juros, pois o trabalhador compra tudo parcelado, não tem direito ao lazer, posso até dizer que apenas sobrevive.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A rebelião dos mimados


Saiu na revista Veja de 09/11 uma matéria nada imparcial sobre os estudantes da USP que estavam contra a entrada da Polícia Militar dentro do campus da universidade. Na matéria o jornalista Marcelo Sperandio faz uma espécie de crítica a minoria estudantil, um grupo de aproximadamente 400 desocupados que vivem dos benificios dos pais e exigem o direito de fumar maconha em paz, sem serem importunados pela polícia.
Essa galera anarquista usando roupas de grife, pilotam super carros, exibem um ar de que estão com a vida ganha. E se divertem depredando a USP, só porque querem, exigem, e se acham no direito de fumar maconha sem serem incomodados.
A baderna que teve início  ainda em 27 de outubro (quinta-feira), quando policiais flagraram três “alunos”, neste caso maconheiros, consumindo a marihuana. Então para evitar que o trio fosse levado a delegacia, um pequeno grupo tentou intimidar a polícia, cercando a viatura e dai começando a arruaça. Conforme relatos, pouco tempo depois um carro de som do Partido da Causa Operária (PCO) surgiu e começou a incitar a violência. Em seguida um dos prêdios foi invadido e na sequência a reitoria.
A justiça determinou a reintegração de posse, e os mauricinhos não estavam nem ai. Deviam achar que o dinheiro de seus pais compraria o silêncio da justiça. Foi tanta zoação e enrolação até que a PM, com um contigente de 400 policias tomaram de assalto os prêdios e levaram à delegacia 72 “estudantes”, digo vândalos.
Com certeza tenho de aplaudir a ação da polícia, fichar toda esta cambada de desocupados. Mostrar que filhinho de papai não tem mais vez neste país. Se achavam que o movimento tivesse força, se enganaram a causa por qual lutaram não é valida. Muito diferente do movimento Diretas Já e Fora Collor, a manifestação por conta da fumaça saiu pela culatra.
Esses moleques precisam ser processados no que cabe a justiça fazer e me desculpem pais destes importunos, essas crianças mimadas precisam ser castigadas.